Doutrinas

Moçambique - Teatro de Operações

O conflito

A guerra em Moçambique travou-se entre as Forças Armadas Portuguesas e a Frelimo, que foi a única organização com expressão no terreno da luta armada, apesar de terem sido muitas, as formações políticas que se constituíram com o objectivo geral de alterar, a situação colonial existente.
A luta nacionalista em Moçambique insere-se, tal como a das restantes colónias portuguesas, no movimento descolonizador da segunda metade do século, e a fase armada pode ser dividida em três tempos.
O primeiro, de 1964 a 1967, estende-se desde o início da luta até ao seu alargamento em três frentes (Niassa, Cabo Delgado e Tete), com especial esforço no Niassa, que ficaria conhecido como o «Estado de Minas Gerais». O segundo, de 1967 a 1970, envolvendo todo o Planalto dos Macondes com centro em Mueda, a «Terra da Guerra», a morte de Mondlane, o comando de Kaúlza de Arriaga e a Operação Nó Górdio.
O terceiro, desde então até final, com a reabertura da frente de Tete e os complexos problemas de segurança para a construção de Cahora Bassa, «a Grande Barragem», que para ambos os lados se tornou o objectivo decisivo!

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