Doutrinas

Forças Armadas - Contra-Guerrilha

A Marinha

Além das forças e das unidades afectas às missões de soberania na Metrópole e nas colónias, de segurança e controlo nos espaços marítimos respectivos, a Marinha portuguesa organizou unidades específicas para a Guerra Colonial.

– Unidades navais, equipadas com embarcações mais ou menos adequadas às características da guerra e dos teatros de operações; lanchas de fiscalização, de desembarque e patrulhas, que asseguravam a vigilância das costas, dos grandes rios e lagos, o transporte de forças militares e de abastecimentos e ainda apoio pelo fogo das artilharias navais a forças em terra; navios oceânicos, fragatas deslocadas para os comandos navais ultramarinos e corvetas, um navio construído para operar em África.

– Unidades de fuzileiros, destacamentos de fuzileiros especiais (DFE), unidades de infantaria de assalto, inicialmente preparadas para ser empregues a partir de um navio e rapidamente transformados em força de tropas especiais, à semelhança dos comandos do Exército e dos pára-quedistas da Força Aérea; ou fuzileiros navais, unidades de infantaria de marinha, que asseguravam a segurança das bases navais e podiam realizar pequenas operações ofensivas ou de vigilância junto às costas.

A Marinha desenvolveu ainda unidades de sapadores mergulhadores, que já integravam o seu sistema de forças, mas que foram particularmente úteis quando o PAIGC começou a utilizar minas aquáticas na Guiné.

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