Doutrinas

Forças Armadas - Contra-Guerrilha

O Exército

Foi um exército de massas, com elevados efectivos e baixo nível de equipamentos e armamentos, aquele que combateu nos três teatros de operações de África, organizado com base em infantaria ligeira – caçadores – e esta assente em unidades de pequenos efectivos – a companhia, com autonomia logística, administrativa e operacional.
Embora a diversidade das situações obrigasse, por vezes, à constituição de agrupamentos de forças sem composição fixa, o batalhão manteve durante toda a guerra a unidade típica de comando operacional e administrativo das companhias, podendo controlar até cinco destas unidades.
No interior do Exército, o esforço foi distribuído pelas várias armas que o constituem segundo os mesmos princípios que presidiram à sua repartição entre os três ramos da Forças Armadas, incidindo o maior peso sobre as forças mais baratas e de menores exigências técnicas – a Infantaria – enquanto as unidades das armas mais caras e de maior complexidade – a Cavalaria, a Artilharia, a Engenharia e as Transmissões – eram utilizadas de acordo com as possibilidades e não com as necessidades.
As limitações conhecidas, de ordem financeira, política e tecnológica, impediram a constituição das forças mais adequadas ao cumprimento das missões, como seria o caso de unidades de Cavalaria ligeira, com viaturas blindadas para abertura de itinerários e escoltas a colunas, obrigando os militares portugueses a correrem riscos desnecessários e a sofrerem baixas escusadas.

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