Feridas de Guerra

Feridas de Guerra - Mortos, feridos e prisioneiros

Mortos - Morte e dor

A partir do momento em que um militar português era ferido ou morto num ponto perdido do mapa de África, desencadeava-se longo processo, que se iniciava ao pé dos seus companheiros e terminava junto da família.

Os mortos em combate, nos primeiros anos da guerra, eram enterrados nos cemitérios organizados pelas unidades militares nas localidades onde tinham as suas bases. Alguns foram mesmo enterrados na floresta, nos locais onde morreram, por não ser possível transportar os seus corpos até às sedes das unidades.
Não se transportavam mortos em helicópteros, pois os poucos que havia podiam ser necessários para evacuar feridos. Quanto ao transporte dos corpos para a Metrópole, nos primeiros anos, ele devia ser pago pelos familiares, situação que foi mais tarde alterada.

Na Metrópole, a família era informada da morte por telegrama, sendo-lhe comunicada a forma de tratar dos assuntos a partir desse momento, enquanto na unidade do morto era obrigatório fazer o arrolamento dos seus pertences individuais, a fim de os enviar à família, e preencher um relatório sumário com as circunstâncias da morte.

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