1967 - África para sempre: Cahora Bassa

1967 - África para sempre: Cahora Bassa

Os Acontecimentos

  • 18
      10/1967

    18/10/1967 - 

    Reunião da OUA em Adis-Abeba, para debater a questão dos movimentos angolanos.

    Nesta reunião vários países questionaram a representatividade do GRAE/FNLA, manifestando-se a favor do reconhecimento do MPLA.

    Os países alinhados pela União Soviética e pela China iam ganhando vantagem aos países africanos pró-ocidentais que se resumiam à Tunísia, Gana, Costa do Marfim, Libéria e Senegal. Entretanto a política da OUA ainda era a de exercer pressão sobre os dirigentes da FNLA e do MPLA para um entendimento entre ambos.

  • 11
      1967

    11/1967 - 

    Condenação de Portugal no Conselho de Segurança da ONU por permitir o trânsito, por Angola, de mercenários para o Zaire.

  • 11
      1967

    11/1967 - 

    Nino Vieira, dirigente do PAIGC, que actuava na área de Catió, passa a responsável pela área de Madina do Boé.

  • 11
      1967

    11/1967 - 

    Concessão de cem bolsas de estudo aos movimentos de libertação de Angola pelo Alto Comissariado da ONU para os Refugiados.

  • 11
      1967

    11/1967 - 

    Início das emissões de informação geral dirigidas aos combatentes da 2ª Região Militar, pela Rádio Angola Combatente do MPLA.

  • 11
      1967

    11/1967 - 

    Visita do chefe de Estado-Maior do Exército, general Câmara Pina, a Espanha.

    No relatório desta visita o general Câmara Pina refere o encontro com Franco, durante o qual se conversou “longamente sobre África”; as conversas com Muñoz Grandes, revelando que este “discorda da orientação política de Espanha”, mas “concorda” com a “nossa política ultramarina”; as conversas e encontros com muitos outros oficiais espanhóis que unanimemente compreendem e frequentemente elogiam a “política ultramarina portuguesa”.

  • 03
      11/1967

    03/11/1967 - 

    Visita de Amílcar Cabral à Suécia a convite do Partido Social Democrata (no Governo).

    Durante a sua permanência na Suécia, Amílcar Cabral foi recebido pelo ministro do Comércio e pelo conselheiro político do ministro dos Negócios Estrangeiros.

    Foi anunciada a ajuda financeira do Governo sueco para escolas e assistência sanitária aos refugiados guineenses.

     

    O apoio dos países escandinavos aos movimentos de libertação

    Os países escandinavos começaram por apoiar os movimentos anti-apartheid desde os anos 50 e foram muito activos no apoio aos movimentos de libertação das colónias portuguesas e aos que lutavam contra os regimes da África do Sul, como o ANC e a SWAPO, e da Rodésia, como a ZAPU e a ZANU.

    A oposição dos países escandinavos ao apartheid incentivou-se a partir do massacre de Sharpeville, que esteve na origem da atribuição do prémio Nobel da Paz ao chefe Lutuli em 1961.

    Os movimentos nórdicos anti-apartheid passaram também a apoiar a luta dos movimentos de libertação das colónias portuguesas logo que a guerra começou em Angola, Guiné e Moçambique, e a Suécia assumiu o papel principal neste processo, com o seu Governo a apoiar vários movimentos.

    O aspecto mais significativo da contribuição da Suécia foi a ajuda humanitária dada aos movimentos de libertação através do Instituto de Moçambique, da FRELIMO, para o PAIGC, o MPLA, a ZAPU e a SWAPO.

    O Governo sueco, através da Agência Sueca para o Desenvolvimento Internacional (SIDA) desenvolveu também um programa de informação sobre a África e concedeu facilidades para a instalação do Comité Especial das Nações Unidas em Estocolmo.

    No âmbito destas actividades de apoio era frequente a Suécia convidar líderes de movimentos de libertação. Oliver Tambo, do ANC, foi convidado do Partido Social Democrata em 1969 e Amílcar Cabral esteve ali por várias vezes, incluindo uma visita como convidado do Congresso do PSD. Mas os outros países nórdicos também apoiaram claramente os movimentos anti-apartheid e de libertação.

    A Dinamarca estabeleceu um “Fundo para África” e estudantes dinamarqueses realizaram várias “Campanhas por África” subsidiadas pelo Governo, assim como a Noruega, onde o Norwegian South Africa Committee foi fundado em 1958, logo após o Swedish South Africa Committee. O Instituto de Moçambique, da FRELIMO, foi a organização mais beneficiada quer por dinamarqueses quer por noruegueses, embora os governos também tenham concedido fundos significativos às organizações das Nações Unidas para a educação e para os refugiados.

    Na Finlândia o apoio centrou-se na actividade das organizações de estudantes que, através do Finnish South Africa Committee lançaram uma campanha designada “Operação Dia de Trabalho” que reuniu 100 000 dólares e o Governo finlandês contribuía regularmente para o fundo das Nações Unidas do programa de educação e treino dos africanos.

    Os países nórdicos foram, de facto, os mais generosos e cooperantes dos países do Ocidente com os movimentos de libertação de África e contribuíram com mais de 60% dos apoios voluntários para os fundos das Nações Unidas. Foram também os maiores contribuintes para as agências não governamentais de assistência às vítimas do colonialismo e do apartheid. Deram apoio, directa ou indirectamente, a sindicatos e outras organizações que lutaram contra o apartheid e o colonialismo na África do Sul, na Rodésia, na Namíbia e nas colónias portuguesas.

  • 08
      11/1967

    08/11/1967 - 

    O Exército do Congo-Kinshasa desalojou os mercenários que ocupavam a cidade de Bukavu.

    Os mercenários refugiaram-se em Angola e envolveram Portugal em mais um conflito internacional, com acusações de apoio ao mercenarismo e à intervenção na situação interna de um país independente.

  • 08
      11/1967

    08/11/1967 - 

    Criação do Sector F (Tete), em Moçambique.

    Directiva do comandante interino da RMM, brigadeiro Francisco da Costa Gomes, para a criação do Sector F (Tete) em Moçambique, em virtude de se afigurar “como
    mais provável e lógico que a subversão, se vier a tentar uma penetração, se apoie nos territórios dos países confinantes de Governo negro, nomeadamente no Malawi e Zâmbia”.

  • 13
      11/1967

    13/11/1967 - 

    Reunião na fronteira entre Angola e o Congo de autoridades dos dois países para tratar do assunto dos refugiados da guerra civil do Congo.

    As duas delegações reuniram-se na ponte internacional entre Teixeira de Sousa e Dilolo e estiveram presentes o chefe de posto da PIDE de Teixeira de Sousa e o comandante militar do Catanga, entre outros. As autoridades do Catanga pretendiam inteirar-se da situação dos europeus portugueses empregados da União Mineira e da posição portuguesa sobre os mercenários.

  • 13
      11/1967

    13/11/1967 - 

    Reunião entre o secretário de Estado americano, Dean Rusk, e Franco Nogueira para passarem em revista assuntos em conflito – NATO, Médio Oriente, Congo e Biafra.

    Seguem-se algumas notas do Departamento de Estado relativas ao encontro que permitem entender a arte de negociador de Franco Nogueira e o modo como ele apresentava as posições portuguesas, tão difíceis de justificar. É possível ver as respostas aos assuntos mais quentes em que Portugal estava envolvido:

    “1. NATO e Estudo Harmel sobre as futuras tarefas da Aliança: O Ministro Português disse que o seu Governo acredita que a NATO sobreviverá, mas não acredita que
    sobreviva sem ser redefinida pelo menos em dois pontos: primeiro, melhoria do sistema político de consulta sobre problemas NATO e não NATO, tais como Médio Oriente, Cuba, Vietname e África Portuguesa; segundo, enquanto os aliados não tiverem cem por cento de apoio para as suas políticas não NATO por parte dos outros membros, os países não NATO considerar-se-ão estimulados a hostilizá-los.

    2. Voto dos Estados Unidos no 4º Comité das Nações Unidas: O Ministro Português expressou grande apreço por os Estados Unidos terem votado contra a resolução sobre os territórios portugueses. A referência era os Estados Unidos não terem apoiado um relatório sobre as colónias portuguesas.

    3. Congo: O Ministro Português duvidava que o Governo dos Estados Unidos entendesse a surpresa de Portugal com a sua posição sobre a queixa do Congo relativa à entrada de mercenários através de Angola. É que Portugal nunca tinha sentido dos Estados Unidos a mesma preocupação nos últimos sete anos, nomeadamente quando das incursões de bandos armados vindos do Congo, que assassinaram entre seis e oito mil angolanos de todas as raças, sexos e idades”.

    Era a defesa possível de Franco Nogueira sobre o apoio aos mercenários que combatiam no Congo e o secretário de Estado Dean Rusk respondeu que o Governo dos Estados Unidos tinha o maior interesse em manter a unidade do Congo e de impedir a sua fragmentação. Acrescentou que os Estados Unidos tinham investido milhões de dólares nessa política e avisou Franco Nogueira que, quanto às actividades do mercenário Schramme, “tinham estado em cima de gelo muito fino” quanto à possibilidade de massacres contra a população branca. Salientou que os Estados Unidos não davam particular importância a quem governava o Congo – tinham apoiado sucessivamente Adoula, Tchombé e agora Mobutu – mas sim o Governo que estava no poder.

    “4. Nigéria: O Ministro Português disse que, tal como no Congo, quanto ao Biafra, também Portugal está a servir de bode expiatório. Disse que todos estão a ajudar o Biafra – o Banco Rothschild, a Checoslováquia, a Espanha, a França, a Alemanha, a Irlanda, a Inglaterra – mas Portugal é o único que recebe uma censura por permitir que aviões estrangeiros, pilotados por pilotos estrangeiros na posse de todos os documentos transitem pelo aeroporto de Lisboa com cargas adquiridas fora de Portugal”.

  • 17
      11/1967

    17/11/1967 - 

    Aprovação pela Assembleia Geral da ONU de uma recomendação ao Conselho de Segurança pedindo aplicação de sanções contra Portugal para que o país conceda a independência às suas colónias, aprovada por 85 votos a favor, 13 contra e 15 abstenções.

  • 24
      11/1967

    24/11/1967 - 

    Despacho conjunto do governador-geral de Angola e do comandante-chefe sobre a criação dos Conselhos de Contra-Subversão em todo o território, como uma estrutura de contra-subversão.

  • 24
      11/1967

    24/11/1967 - 

    Apreciação da situação em África pelos Estados Unidos (CIA).

    Esta apreciação foi apresentada pelo subdirector da CIA, Rufus Taylor, ao U.S. Intelligence Board e traduz o pensamento americano relativamente a África na altura. A sua finalidade era analisar os movimentos de libertação que pretendiam acabar com o domínio branco no Sul de África, as suas relações com outros Estados africanos e com os países comunistas e as implicações para os Estados Unidos.

    As conclusões do estudo foram encorajadoras para Portugal

    A. Os movimentos de libertação de Angola, Moçambique, Rodésia, África do Sul e Sudoeste Africano têm poucas possibilidades de progresso até 1970 e provavelmente depois. Muitos destes movimentos apresentam várias debilidades, especialmente falta de apoio interno, mas mesmo com um grande aumento do recrutamento nenhum será capaz de expandir a sua insurreição de modo a perturbar a determinação dos regimes brancos de resistirem às mudanças no seu domínio.

    B. A causa da libertação tem suporte interno nos Estados africanos e muitos deles acreditam que os Estados Unidos e outras grandes potências deveriam agir para terminar com o domínio branco na África Austral. As relações dos Estados Unidos com os Estados africanos é influenciada por este problema, mas o seu impacto é variável. A Zâmbia e a Tanzânia, Estados fronteiriços da área dominada pelos brancos, estão envolvidas no apoio aos movimentos de libertação e receiam a retaliação.

    C. A URSS, a China e Cuba procuram expandir a sua influência em África fornecendo quantidades apreciáveis de ajuda militar e financeira aos movimentos de libertação. Se a capacidade destes movimentos para utilizar esta ajuda aumentar, os países comunistas aumentarão por sua vez a sua ajuda, mas é improvável que a URSS e a China se envolvam em operações militares directamente.

    Quanto aos territórios portugueses

    • Manter o apoio ao princípio da autodeterminação;

    • Prepararmo-nos para mudanças através de contactos com o Brasil, outros países europeus e africanos e políticos portugueses pós-Salazar;

    • Evitar o envolvimento no provável banho de sangue nestas colónias.

    Na Rodésia: deixar o Reino Unido dirigir o processo.

    No Sudoeste Africano: manter o apoio à autodeterminação e à responsabilidade das Nações Unidas; protestar contra a violação dos direitos dos habitantes e procurar proteger os seus interesses e encorajar o diálogo da África do Sul com as Nações Unidas sobre o futuro do território.

    Era esta, em linhas gerais, a posição dos Estados Unidos para a África Austral em 1967. A África não era e não será uma prioridade na política americana durante estes anos. A frase de Dean Rusk: “Em África nós apoiamos os Governos que estão no poder”, dita a Franco Nogueira, caracteriza este modo dos EUA se relacionarem com o continente.

     

  • 26
      11/1967

    26/11/1967 - 

    Grandes cheias da região de Lisboa. As inundações, associadas às precárias condições de habitação e à falta de ordenamento do território, causaram cerca de 500 mortos e deixaram milhares de pessoas sem abrigo.

    As cheias do Vale do Tejo de 1967 atingiram enorme dimensão, tendo impedido as comunicações nas zonas de Lisboa, Ribatejo e Alenquer. Foram mobilizados grupos de voluntários para apoiar as vítimas e o Governo endureceu a censura aos meios de comunicação social, evitando a difusão de uma imagem negativa sobre a capital de um país, que se afirmava como a sede de um império, cercada por uma cintura de bairros clandestinos típicos dos países subdesenvolvidos.

    A presença de estudantes e de jovens militantes de organizações ligadas à Igreja Católica nas equipas de voluntários contribuirá para a tomada de consciência das contradições entre o discurso oficial do regime e a realidade.

  • 28
      11/1967

    28/11/1967 - 

    Novo memorando do chefe do Estado-Maior do Exército sobre as “Negociações com a África do Sul”, em que se refere a nova exigência da África do Sul de que as negociações se efectuassem através do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

    Apesar dos entendimentos que já estavam em vigor entre autoridades militares dos dois lados, ainda não se tinha consolidado um sistema informal para essas relações. Contudo, uma carta do general Fraser levanta a questão da necessidade de as relações passarem pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, o que altera a fórmula anterior.

    Escreve o general Câmara Pina: “É evidente que as autoridades militares de Portugal e da África do Sul estabeleceram entre si uma ligação de trabalho, por delegação dos respectivos ministros da Defesa, depois de ter havido um acordo de princípio entre os dois Governos. A viagem do ministro dos Negócios Estrangeiros à África do Sul mais confirmou o entendimento em que se vivia”.

    A verdade é que, segundo transparece da correspondência, os assuntos deviam a partir de então passar pelos Negócios Estrangeiros, o que dificultava naturalmente as relações informais. Razão para o despacho do ministro do Exército, Luz Cunha: “Receio que pelo novo sistema que pretende estabelecer-se as ligações e portanto os possíveis fornecimentos de material venham a ser muito mais demorados”.

  • 12
      1967

    12/1967 - 

    Reunião do Bureau Político do PAIGC, em que é decidido reorganizar as FARP, de onde é excluída a milícia popular, contando apenas com os grupos de guerrilha e o exército popular. É criado o Comando da Frente Leste.

     

     

  • 02
      12/1967

    02/12/1967 - 

    Combates entre grupos do MPLA e da UNITA no Leste de Angola.

    Ocorreram combates entre grupos dos dois movimentos na região de Léua. O MPLA procurava Muanangola, um eficaz chefe da UNITA, e enfrentou um grupo de cem elementos da UNITA, ao qual fez cinco mortos.

  • 11
      12/1967

    11/12/1967 - 

    Despacho do ministro do Ultramar que considera os exgendarmes do Catanga como refugiados.

    Os ex-gendarmes catangueses que se refugiaram em Angola foram os restos humanos que sobraram e sobreviveram das tentativas de secessão do Catanga feitas por Tchombé. Todos os seus camaradas a quem Mobutu ofereceu uma amnistia, aqueles que a Cruz Vermelha Internacional lhe entregou após promessas de integração, assim como os que se refugiaram no Ruanda e a quem a OUA prometeu apoio, foram massacrados.

    Os ex-gendarmes eram bons profissionais, disciplinados, bem enquadrados pelo seu comandante, o coronel Nathanael Mhumba. O seu efectivo era de cerca de 2000 homens, com as respectivas famílias, e mantiveram-se sempre junto à fronteira com o Catanga, na esperança do regresso. A sua sede situava-se na Cimbila, distrito da Lunda, onde existiam ainda dois outros campos. Eram tutelados por um grupo de ligação português de que faziam parte um oficial do Comando-chefe de Angola e elementos da administração e da PIDE.

  • 12
      12/1967

    12/12/1967 - 

    Morte de um instrutor soviético no interior da Guiné.

    Durante a Operação Estilo realizada por forças do Batalhão de Caçadores 1912, na região de Santambato, foi abatido um elemento de nacionalidade soviética que fazia parte de um grupo de quatro que se encontravam a ministrar instrução de rádio a elementos do PAIGC.

  • 12
      12/1967

    12/12/1967 - 

    Inauguração do campo militar de Zinguinchor, no Senegal, utilizado pelo PAIGC.

    Este campo situava-se na península do Casamança, região onde existia um movimento autonomista contra o poder central em Dacar. Não é de excluir que a autorização para a abertura deste campo do PAIGC servisse para o controlar.

    Zinguinchor era uma cidade ligada por boas vias de comunicação ao resto do Senegal e dispunha de uma guarnição militar do Exército senegalês bem equipada. A partir daqui, o PAIGC pôde disseminar órgãos de apoio para as infiltrações que fazia através do “corredor” de Sambuiá em direcção a Binta-Bigene.

  • 16
      12/1967

    16/12/1967 - 

    A LDM 302 foi atacada e afundada no rio Cacheu, na Guiné.

    Este ataque ocasionou a morte do seu patrão e de um grumete.

    A LDM 302 é um caso raro na história de uma embarcação militar. Durante a sua permanência na Guiné foi atacada oito vezes. Depois de ter sido afundada foi trazida à superfície e recuperada em Bissau. Logo no primeiro cruzeiro, seis meses depois, e no mesmo local onde tinha sido anteriormente atacada – Porto Coco, no rio Cacheu – foi de novo atingida com violência, o que teve como consequência a morte de um grumete, e ferimentos noutro praça.

    De novo reparada, a lancha já não voltou mais ao Cacheu, passando a actuar no rio Grande de Buba, onde mais uma vez sofreu, emFevereiro de 1969, novo ataque,
    que causou três feridos. Seria abatida em 30 de Novembro de 1972.

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